quinta-feira, 7 de abril de 2011

Jornalista impedido de lançar livro polémico em Luanda

Igreja católica cancela sala onde Domingos da Cruz devia apresentar o seu livro,"Quando a guerra é necessária e urgente"


O jornalista e activista cívico angolano, Domingos da Cruz, foi impedido de lançar formalmente em Luanda o seu último livro intitulado “ Quando a guerra é necessária e urgente”.
No livro, Domingos da Cruz, faz um apelo aos jovens angolanos para que participem activamente na vida pública do país e que não deixem que seja uma pequena elite a decidir o seu futuro.
O autor tinha alugado para o efeito uma sala de conferências pertencente à Conferência Episcopal de Angola e São Tomé, CEAST.
Contudo o bispo Dom Emílio Sombebelo, responsável pelas instalações, impediu que o acto ocorresse ordenando o cancelamento da reserva daquela sala.
O livro de Domingos da Cruz contém criticas às igrejas angolanas pela sua proximidade com o poder denunciando especialmente o relacionamento de destacados prelados católicos com o governo do MPLA.
Segundo ele, os padres católicos fazem abertamente campanha a favor do grupo dominante recebendo em troca vários bens tais como casas ou automóveis.
Domingos da Cruz queixa-se entretanto de estar a ser alvo de fortes pressões tanto da igreja católica como de círculos políticos ligados ao governo por causa do seu livro.
Em declarações à Voz da América, aquele jornalista e activista cívico afirma que chegou mesmo a receber ameaças de morte acrescentando que teme pela sua vida e que está a considerar deixar de vez o país.



fonte: voz da américa

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Para Rir...





Jornalista Armando Chicoca foi libertado hoje no Namibe



Jornalista foi libertado após pagamento de fiança de mais de 2.000 dólares
O correspondente da Voz da América na província angolana do Namibe, Armando Chicoca, foi libertado hoje após pagamento de uma fiança de 2.400 dolares.
Chicoca devia ter sido libertado terça-feira, mas passou mais uma noite na prisão apesar do Supremo Tribunal angolano ter aceitado o pedido de recurso apresentado pelo seu advogado, David Mendes.
A sua permanência na prisão deveu-se ao facto do juiz que está encarregado do seu caso não ter comparecido terça-feira no tribunal não podendo portanto pô-lo em liberdade.
Hoje, o tribunal fixou o montante da fiança e após pagamento da mesma foi emitido um documento autorizando a libertação do jornalista.
O jornalista foi condenado a um ano de prisão por difamação de um juiz num artigo em que se incluíam alegações de assédio sexual. Inicialmente o juiz que presidiu ao julgamento de Chicoca recusou-se a aceitar o recurso alegando que este tinha sido entregue fora de prazo.
O recurso foi entregue no dia seguinte à terça-feira de Carnaval, quando terminava o prazo, mas que era feriado nacional em Angola.
O juiz não havia comparecido ao trabalho na segunda-feira, e na sexta anterior não esteve disponível para receber o requerimento do advogado de defesa do jornalista.
Na altura o advogado de Armando Chicoca acusou o juiz de “má fé” tendo recorrido ao Supremo Tribunal.
Na semana passada o Supremo Tribunal aceitou o recurso à sentença do jornalista ,preso desde o passado dia 3 de Março, devendo Chicoca ser posto em liberdade mediante o pagamento de uma fiança.

fonte: angola24horas

Laurent Gbagbo cercado pelo assalto final das forças rivais



O Presidente cessante da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, está na residência presidencial cercado pelas forças rivais, que lhe lançaram um último assalto. Alassane Ouattara, reconhecido internacionalmente como o novo chefe de Estado, terá dado ordens para que Gbagbo não seja abatido.
“Vamos tirar Laurent Gbagbo do seu trono e entregá-lo à vontade do Presidente da República”, disse à AFP Sidiki Konaté, porta-voz do primeiro-ministro de Ouattara, Guillaume Soro.

Uma fonte do Governo francês – que estava a tentar negociar as condições da partida do antigo líder – adiantou que “o Presidente Ouattara considera que as conversações para obter a rendição de Gbagbo já duram há muito. Por isso decidiu intervir militarmente para tentar resolver o problema, ou seja, capturar Gbagbo com vida”.
Os disparos de armamento pesado começaram a ser ouvidos perto da residência em Abidjan no início da manhã, depois de um dia de intensas mas infrutíferas negociações.
“Eu não sou um kamikaze, eu amo a vida”, disse Gbagbo na terça-feira a um jornalista francês. “A minha voz não é uma voz de mártir, não procuro a morte, mas se ela vier, virá.”
O chefe da diplomacia francesa, Alain Juppé, disse à rádio France Info que as “condições” da partida de Gbagbo, debilitado militar e politicamente, são “a única coisa que falta negociar”.
Juppé chegou a dizer, a meio da tarde de ontem, que o seu país estava “a dois dedos” de convencer o Presidente cessante da Costa do Marfim a deixar o poder, mas quando se esperava o anúncio da sua queda, Laurent Gbagbo insistiu na posição que mantém há quatro meses: afirmou que não reconhece o triunfo do seu rival, nas eleições presidenciais de Novembro, uma exigência da ONU e da França.
“Nós pedimos à ONU que garanta a sua integridade física, bem como a da sua família (...) e que organize condições para a sua saída. É a única coisa que falta negociar”, declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros.
Interrogado acerca de um eventual exílio na Mauritânia, Juppé respondeu: “Não tenho indicações nesse sentido”. “Espero que a persuasão baste e que se evitem as operações militares”, acrescentou o governante, denunciando uma “teimosia absurda”. “Gbagbo já não tem nenhuma opção, todo o seu mundo caiu”, adiantou.
“Vamos continuar com a ONU, que está a liderar as pressões para que ele aceite reconhecer a realidade (...) É a ONU que negoceia e que lhe pede para respeitar as resoluções do Conselho de Segurança, ou seja, que admita a sua derrota”, disse ainda o chefe da diplomacia de Paris.
Acerca da questão de saber se Gbagbo irá ou não enfrentar os tribunais internacionais, Alain Juppé respondeu: “Apenas o Tribunal Penal Internacional poderá tomar essas decisões”.
Por seu lado, o chefe de Estado-maior do Exército francês, o almirante Edouard Guillaud, afirmou à rádio Europe 1 que Gbagbo “não tem outra escolha” que não seja a rendição e a saída do país.
Fonte:Publico

Caso Nerika: Um rumor que vem por aí



“Mama! Que desgraça, matei o Lolo, porque violou a Nayo”, foi o que disse a ré Nerika Loureiro, quando na manha do infausto, foi bater a porta da sua mãe para pedir socorro.

Uma frase já conhecida ao longo do processo de julgamento que levou 8 secções e 27 declarantes, tendo sida fundamental no processo de decisão do juiz da causa. A ré Nerika Loureiro de 32 anos de idade, ex-esposa de Lopo Loureiro de 34 anos de idade foi condenada na últma quarta-feira há 17 anos de cadeia e um total de três milhões e cinqüenta mil kwanzas à pagar a família da vítima.
O juiz da 7ª Secção de Crimes Comuns do Tribunal Provincial de Luanda, António Morais, teve de apurar as circunstâncias da realização do infausto acontecimento que abalou a sociedade Luandina e não só.
Segundo rumores posto a circular no próprio tribunal, a morte do jovem Lopo Loureiro “LOLO”, deu-se ao influente processo do BNA, “como gestor de contas do BPC Lolo é chave no processo BNA”, justificando ser ele uma das pessoais fundamentais para o esclarecimento de alguns casos até ao momento escalmoltiados pela natureza do processo. Lolo daria esclarecimento do roubo do Banco Nacional de Angola, “Lolo foi morto para não descobrir os tubarões.Onde a Nerika terá acompanhada o assassinato do seu esposo e lhe foi dita que se denunciasse perderia todos os membros da sua família”. Reforçou.
Em relação o estado da ré, os dados dão conta da possibilidade pelo trauma vivido.
Sabe-se que por volta 21horas e 45 minutos do dia 1 de Abril de 2010, (data do assassinato), Lopo Loureiro enviou uma mensagem para um dos seus colegas do Banco de Poupança e Crédito (BPC) avisando-o que a sua família havia chegado bem vinda de Portugal e que levava a sua sogra à casa. De seguida o casal deixou a senhora Beatriz da Conceição na sua residência e rumou para o seu apartamento no bairro Nova Vida.
Para está corrente a morte do jovem Lopo Loureiro deu-se por volta das duas horas da manhã na sua residência, em Nova Vida, algumas horas depois de ter ido buscar a sua esposa no Aeroporto Internacional de Luanda 4 de Fevereiro.
A acusada chegara à Angola por volta das 18 horas e 40 minutos do dia 31 de Março, num dos aviões da TAAG que fazia a escala Lisboa-Luanda, em companhia da sua mãe Beatriz da Conceição e dos seus dois filhos, Naió e Ângelo Loureiro, de dois anos e de dez meses, respectivamente. A jovem que trabalhava na Sonair, se deslocara à Portugal para gozar ferias de 15 dias com a mãe e os filhos e aproveitou fazer check up médico.

fonte: radioculturaangolana

Amar É Isso

Amar é sentir forças pra lutar
Seguir sem medo de recomeçar
Amar é, é se entregar de coração, sem esperar gratidão.
Amar é Ter sorrisos no olhar, ter fé, na amizade acreditar
Amar, força que move a canção, essência da emoção.
Amar é isso e muito mais.
Só no amor pode este mundo sentir paz.
É saber sorrir, é saber se dar, é saber seguir,
Sem volta esperar, é a doação,
Nunca dizer não, prá fazer feliz outro coração.
Amar é isso e muito mais.
Só no amor pode este mundo sentir paz.
É a força que move a vida,
Faz crer que um dia pára a tempestade,
Ver a rosa perfumada entre espinhos,
Ver a luz no fim do túnel no caminho.
Amar é isso e muito mais
Só no amor pode este mundo sentir paz
É a força que move a vida
Faz crer que um dia pára a tempestade
Ver a rosa perfumada entre espinhos
Ver a luz no fim do túnel no caminho.
Amar é isso e muito mais
Só no amor pode este mundo sentir paz
É a força que move a vida
Faz crer que um dia pára a tempestade
Ver a rosa perfumada entre espinhos
Ver a luz no fim do túnel no caminho.















Vera Lúcia

quarta-feira, 30 de março de 2011

O mundo é nosso!



O mundo é feito de pequenas coisas, como um beijo, 
um sorriso, um abraço, um olhar, ou ainda um bom dia.
O que precisamos para vivermos é apenas o facto de sabermos 
que alguém pensa em nós em momentos que achamos que o mundo 
esqueceu-nos, em momentos que pensamos que somos os mais infelizes do mundo.
Veja o sorriso de uma criança e perceberás o quanto a vida é curta para importamos-nos 
com problemas e desentendimentos entre nós.
 
Porqué vamos lutar com o próximo? 
Quem vamos amar? 
Quem vamos abraçar?
 
Este mundo é nosso, temos do o preservar.








Rachid Sayd "In Petto"