segunda-feira, 11 de julho de 2011

Angolanos na diáspora definitivamente excluídos nas próximas eleições

Luanda  - "Diplomatas, (funcionários das embaixadas e consulados), estudantes com visto de estudo (bolseiros e não só) e os doentes (em tratamento médico, com junta médica ou não) poderão votar, porque a Constituição assim o diz no art. 143.º”
As constatações acima referenciadas, lê-se no Documento/proposta do MPLA atinente a "Legislação Eleitoral" que foi entregue aos demais grupos parlamentares no dia 27 de Junho de 2011.
A proposta do partido liderado por José Eduardo Dos santos, "matematicamente" será a futura "Lei Eleitoral", pois têm maioria qualificada de 2/3 a não ser que haja uma onda de constestação por parte dos cidadãos no sentido de não apenas exigir uma CNE verdadeiramente independente, mas e sobretudo não aceitarem que os angolanos na diáspora não votem por factores meramente de conveniência política, previamente estabelecidos na CRA (já a pensar em como não permitir o voto esclarecido dos angolanos no exterior).
Observadores atentos sobre esta matéria em Luanda, afirmam que o MPLA aprovará a nova Lei Eleitoral em Julho ou então arrastará a discussão até Janeiro de 2012.
A exclusão dos angolanos resdentes no exterior no próximo pleito eleitoral viola os artigos 22º (princípio da universalidade), 23.º (princípio da igualdade) e 54º (direito de sufrágio). É oportuno salientar a título de exemplo que os cidadãos caboverdianos, moçambicanos, portugueses (…)  residentes em Angola que quando há eleições nos seus países, têm  votado nas embaixadas e consulados, porque o direito de voto é universal e não pode ser limitado.

fonte: club-k

SINSE encomenda aparelhos para intercepção de mensagens na internet


Lisboa -  O Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE), conforme apreciação competente, reconhece   dificuldades  no  supervisionamento da actividade de   intercepção e descodificação de mensagens  transmitidas  na internet, uma pratica que não prestavam  atenção até a véspera da  “manifestação do 7 de Março”.
No seguimento das inquietações que as autoridades foram  sentido com a ameaça do “7 de Março”, o SINSE recorreu a  especialistas Israelitas para a compra de aparelhos  de alta tecnologia habilitados ao  rastreamento de mensagens  electrônicas “on-line”.  Porém, Por  falta de quadros com  conhecimento para manejar os novos equipamentos,  o SINSE, mandou vir de emergência um grupo de 50 especialistas Israelitas ligados as comunicações que chegaram a  Luanda,  no dia 5 de Março. A  tarefa  foi confinada  a  identificar a origem do email que ameaçava “derrubar o Presidente José Eduardo dos Santos, do poder, no dia 7 de Março”.
Durante as pesquisas, os especialistas estrangeiros informaram  as autoridades angolanas que para além de terem sido chamados a “última da hora”, era demasiado tarde para detectar  o  “source”  do email   ameaçador.   Na altura, os “experts”  reprovaram  o governo angolano pela realização de uma “contra-manifestação” que serviu para  contrapor a “manifestação do 7 de Março”  e teriam aconselhado  a usarem  um discurso com linguagem “de paz e seus efeitos”, para que o povo esquecesse o  “ 7 de Março” .
Como medida de prevenção,  o SINSE adquiriu e instalou em pontos fulcrais da cidade de Luanda, sistemas de detenção  de vultos  humano  com a capacidade de lançar alerta a cenários parecidos a manifestação ou outras movimentações humana (Como golpe de Estado, por exemplo).  O aparelho vulgarmente  conhecido na língua hebraica por “Keched” tem o tamanho de um telemóvel. Tem a capacidade de  emitir ondas a  um raio  superior  1 Quilometro  de distancia. Isto é: Se  for  instalado no edifício do largo da Independência, o aparelho  pode identificar  movimentação de massas  no Cazenga  que por sua vez lança as coordenadas geográficas  para o operacional vigilante na central.  O  SINSE despacha, em seguida, um operacional no  local, da “confusão” e em caso de gravidade, este  lança o alerta para as forças de segurança (policia de intervenção ou normal) para intervirem.
Foram também comprados/facilitados, em Israel  aparelhos da mesma linha com a habilidade de detectar  por via de um sistema semelhante ao GPS a localização de “divices” idênticos  que  estejam a ser usados, em Luanda,  numa freqüência diferente aos aparelhos em uso oficial pelo SINSE.
O edifício da sede do SINSE, no bairro Maianga em Luanda  é considerado  como  estando numa posição  inadequada  para a  instalação  dos identificadores  dos “Keched”  programados para  detectar  vultos humanos em  áreas do Cazenga e Rangel.  A sede do SINSE  encontra-se  num  ângulo  cujos  raios em caso de montagem  dos aparelhos  seriam  interferidos   pelos edifícios a seu redor.
De acordo com cálculos  avulsos, o SINSE teria gasto perto de 1 milhão de dólares apenas  para a  operação de prevenção, contra a “manifestação  do 7 de Março”.  A estimativa  é baseada  nas despesas diárias dos especialistas estrangeiros (cada 5 mil dólares por dia), no preço de cada “Keched”  instalado  nas ruas (cerca de USD 100 mil por cada) e igualmente o preço de dois volumes de caixas de  aparelhos para  monotorização  de rastejos   na internet.
As autoridades levaram, “muito a serio”   as ameaças da manifestação do 7 de Março. Rui Falcão,  o Porta-voz do MPLA, veio a publico acusar a UNITA como estando  por detrás das ameaças. Na mesma, retórica,   Bento Bento, o primeiro secretario do  partido no poder em Luanda acusou  “centrais de Inteligências de países ocidentais” como estando por detrás do “7 de Março”
O assunto teriam também  abalado José Eduardo dos Santos (JES) a quem  foi   atribuído desabafos segundo aos  quais  trouxera  a paz (aos angolanos)  mas notava ingratidão   em  alguns   que   ambicionavam  a sua retirada  do poder.  No sentido de mostrar apoio popular, orientou as estruturas partidárias  a convocarem os militantes do MPLA a  rua para uma “contra manifestação”  que também  ficou conhecida como a  “marcha da paz”.
A “manifestação do  7 de Março”  partiu  de uma brincadeira de um  jovem angolano na diáspora (nome salvaguardado) que na seqüência da deposição  do ditador Hosni Mubarak  alegrou-se com os dizeres de uma convocatória que leu num site árabe convocando uma manifestação.  O jovem  traduziu o texto da convocatória  para o português e nas  palavras, onde estava “Egipto”  colocou “Angola”. De seguida enviou a mensagem (convocatória) para  uma rede  de remitentes e estes por sua vez disseminaram o e-mail a toda comunidade angolana.  Para a escolha da data ao qual iria convocar a manifestação, o jovem   acabaria por escolher  uma data mais próxima que  foi o  “7 de Março” ,  data do aniversario da sua  namorada.

fonte: club.k

Ancião contrai matrimónio aos 100 anos de idade

Kuito - O ancião Ernesto Satumbo, de 100 anos de idade, contraiu matrimónio na sexta-feira com a sua esposa Teresa Natumbela, de 67 anos, na missão evangélica da Chissamba, no município de Katabola, na província do Bié.
O casal teve 12 filhos, dos quais oito ainda vivos, 59 netos, 143 bisnetos e sete trisnetos.
O casamento contou com o apoio do governo provincial, da administração provincial e de diversas igrejas evangélicas sedeadas no município de Katabola.
O ancião confessou que não podia morrer sem casar pela igreja e com Cristo, de acordo com um dos sacramentos da igreja que é o "Matrimónio".
"Este sempre foi o meu desejo e embora já velho conseguí concretizá-lo", disse, apelando aos jovens ao casamento de facto.
Por seu turno, o pastor da igreja da missão evangélica congregacional de Angola da Chissamba em Katabola, reverendo Eurico Cativa, disse que este casamento representa um acto educativo e pedagógico para a juventude.
Segundo ele, serve de exemplo para aqueles que vivem maritalmente sem a bênção de "Deus".



fonte: club-k

quinta-feira, 7 de julho de 2011

LITERATURA - Alda Lara


Poetisa angolana, Alda Ferreira Pires Barreto de Lara Albuquerque nasceu a 9 de junho de 1930, em Benguela. 
Tendo vindo para Portugal muito nova, concluiu em Lisboa o ensino secundário. Distinguiu-se como aluna no Colégio de Paula Frassinetti da cidade de Sá da Bandeira - hoje Lubango - e no Liceu D. Maria Amália Vaz de Carvalho, em Lisboa, onde terminou o 7.º ano.
Começando por frequentar a Faculdade de Medicina de Lisboa, acabou o curso em Coimbra, onde apresentou uma tese sobre "Psiquiatria Infantil". Reconhecida no meio académico, esta tese proporcionou-lhe um convite para se especializar em Paris, para que depois ingressasse num estabelecimento psiquiátrico de Lisboa. Contudo, a sua dedicação e amor à Terra-Mãe impediu-a de responder a esta solicitação.
Irmã do escritor Ernesto Lara Filho, casou-se com o escritor Orlando de Albuquerque, também médico de profissão, e frequentou, como muitos outros seus conterrâneos, a da Casa dos Estudantes do Império (CEI), onde desenvolveu imensa atividade.
Com uma grande ligação ao mundo literário, Alda Lara era reconhecida pela sua capacidade de declamação, cuja singularidade atraiu, entre outros, os poetas africanos. Assim, fez vários recitais em Lisboa e Coimbra, transformando estes lúdicos momentos em verdadeiros veículos de divulgação da poesia negra, até então ainda muito desconhecida.
Foi colaboradora de alguns jornais e revistas, nomeadamente do Jornal de Benguela, do Jornal de Angola, do ABC e Ciência e da revista Mensagem da CEI, da responsabilidade do Departamento Cultural da Associação dos Naturais de Angola (ANANGOLA). Nesta revista publicou, no número de abril de 1952, o poema "Rumo", dedicado ao falecido estudante e contista moçambicano João Dias.
Integrando a Geração da Mensagem, fortemente influenciada formal e tematicamente pela corrente Modernista de 1922 e pelo Neorrealismo português, a autora vai saciar-se nas origens do seu povo, descaracterizado por imposição da cultura colonial. Neste pretérito ancestral, metaforicamente designado por "Mãe África", a autora, assim como todos os "poetas mensageiros" vai encontrar a Alma da sua produção textual através da qual procura "despir-se" da camisa opressiva da história colonial. O drama dos contratados, a situação da mulher angolana, a repressão exercida sobre o uso das línguas nativas, o desejo de regressar, etc., são, por isso, temas recorrentes e abordados de forma avassaladora: " Quando eu voltar/que se alongue sobre o mar/o meu canto ao Criador!/Porque me deu a vida e o amor,/para voltar? / Ah! Quando eu voltar?/Hão de as acácias rubras,/a sangrar/numa verbena sem fim,/florir só para mim./E o sol esplendoroso e quente,/ o sol ardente,/há de gritar na apoteose do poente,/o meu prazer sem lei?/A minha alegria enorme de poder/enfim dizer:/Voltei!?".
Tendo sido publicada postumamente num volume de poesia e num caderno de contos pelo seu marido, Orlando de Albuquerque, a sua obra figura em diversas antologias, a saber: Antologia de poesias angolanas, Nova Lisboa, 1958; Amostra de poesia in Estudos Ultramarinos, n.º 3, Lisboa, 1959; Antologia da Terra Portuguesa - Angola, Lisboa, s/d; Poetas Angolanos, Lisboa, 1962; Poetas e Contistas Africanos, S. Paulo, 1963; Mákua 2, Antologia Poética, Sá da Bandeira, 1963; Contos Portugueses do Ultramar- Angola, 2.º volume, Porto, 1969; Livros Póstumos: Poemas, Sá da Bandeira, 1966; Tempo de Chuva, Lobito, 1973.
Com uma atividade diversificada, fez também algumas conferências, uma das quais - "Conferência sobre problemas da Assistência Médica Missionária em África" - se encontra publicada, dada a sua importância e repercussão.
Depois da sua morte, a Câmara Municipal de Sá da Bandeira instituiu o Prémio Alda Lara para poesia.
Faleceu em Cambambe, no Kwanza-Norte, a 30 de janeiro de 1962.

Jmpla exigem respeito a figura do Presidente da República, José Eduardo dos Santos


A JMPLA apelou ontem, em Luanda, aos jovens a respeitarem os órgãos de soberania do país, em particular a figura do Presidente da República, José Eduardo dos Santos. O apelo foi feito pelo primeiro secretário da organização juvenil do MPLA, em Luanda, Nhanga da Assunção (na foto).
O líder juvenil, que discursava num encontro de auscultação das associações juvenis dos municípios de Cacuaco e Viana, condenou os ataques de que são alvo os órgãos de soberania.
Nhanga da Assunção lembrou que Angola é um país livre e democrático, onde todos podem expressar a sua opinião, mas sem desrespeito pelas instituições do Estado. "Temos estado a assistir muitas manifestações de jovens, instigados por outros partidos, onde são feitas ofensas pessoais à pessoa do presidente do MPLA e aos órgãos de soberania do país, mas em nenhum momento a JMPLA nas suas manifestações exibiu cartazes com ofensas aos presidentes de outros partidos", disse.
O dirigente juvenil sublinhou que o Executivo está preocupado e empenhado em resolver os problemas dos angolanos, e em particular da juventude, com a criação de mais postos de empregos, habitação, escolas, hospitais, estradas, acesso a água potável e energia eléctrica. Nos municípios de Cacuaco e de Viana – indicou Nhanga da Assunção – estão em construção várias habitações, estradas, escolas, hospitais, que estão a beneficiar a população e empregar jovens, independentemente da sua filiação partidária.
O primeiro secretário da JMPLA pediu aos jovens do Cacuaco e Viana para se preocuparem em preservar a paz e em ajudar o Executivo nas acções de combate à delinquência e ao tráfico e consumo de drogas.
"A JMPLA é a única organização juvenil do país que se preocupa com os problemas da juventude. Temos levado as suas preocupações às autoridades para que os problemas sejam resolvidos. Mas também precisamos que os jovens ajudem o Executivo a encontrar soluções para os problemas da nossa sociedade", disse.
Jornal de Angola

O terrorismo jornalístico do Jornal de Angola

Não existe nada mais violento do que o jornalismo camuflado de sério. Agarra-se na liberdade de expressão para tornar-se cúmplice de interesses que não se conciliam com a lei. Uma coisa é o jornalismo de investigação e denúncia, que é aquele que faz bem à sociedade; outra coisa é o jornalismo que conspira e manipula, em que o interesse de investigar e denunciar está necessariamente atrelado ao interesse de constranger para atender relações que se afastam da ética.
Quando um jornalista não tem a coragem de investigar um caso como o dos biliões que se vão vazando por este pais a fora, e pelo contrário, até faz reportagens a favor dos mentores desta gatunagem, não tem outro nome senão o de mercenário da informação.
Não é jornalismo quando se alinha um esquema de repressão à aqueles que lutam por uma Angola mais justa. O bom jornalismo, (o do rigor e da ética) é aquele que apura a informação, cruzar as fontes, investiga e denuncia. O bom jornalismo não é aquele que manipula, mina, e que serpenteia a volta do mercantilismo da informação com escassos argumentos noticioso ou informativo e mais propaganda (politica, como se não bastasse)
Não me cansarei de denunciar essa tendência de encenar “peças de teatro” a volta daqueles que usufruindo um direito constitucionalmente garantido; o de se manifestar sao ripostados com uma encenação politica com apoio exclusivo da Jornal de Angola, TPA, e pares, como aconteceu com David Mendes e Luaty Beirão.
Quem lé o editorial do nosso partidario Jornal de Angola, sabe que Jose Ribeiro, para alem de mercenário da (des)informação e tambem um Taliban da escrita, que tem conseguido semear o terror informativo a todo aqueles que se opoem a ditadura eduardista. O editorial do JA é um a apoio aberto e sem descaramento a ditadura, transformou-se num veículo francamente anti-oposição; Atiça o ódio, a intolerância política, não se preocupa em obter provas ou documentos que sustentem suas acusações ou afirmações. É preciso, desmascarar esse festival de mentiras, e sordidez que vem sendo orquestrado pelo Jornal de Angola, com a participação decisiva do partido MPLA/JES.
Jose Ribeiro é assim um cão de guarda que só aceita conteúdos definidos pelos censores da ditadura, tornando o JA no seu território opinativo inexpugnável, com direito a opinião camuflada numa tentiva covarde de calar toda e qualquer opinião ou criticas que periga a ditadura eduardista. Jose Ribeiro actua no Jornalismo angolano, como se fosse um parceiro comercial do MPLA. Basta entrarmos na máquina do tempo e darmos uma olhada no ano em que a constituição entrou em debate; JES e o MPLA divergiam quanto a forma de eleição do presidente; enquanto JES defendia a existencia de duas correntes no seio do MPLA, Kuata Kanawa negava a existencia das mesmas. Bornito apareceu para apagar o fogo dizendo que existe sim uma sintonia entre o JES e o MPLA. No dia seguinte o editorial teve o mesmo titulo... Presidente e partido estão em sintonia.
Se um governo manipula os meios de comunicação a democracia não existe.

fonte: angola24horas.com

Antigos funcionários do Hotel Panorama estão a morrer

Mais de 10 de trabalhadores do hotel panorama morreram em consequência da miséria a que foram submetidos derivada do despedimento compulsivo a que foram vítimas os então 140 funcionários daquela unidade hoteleira, em finais do ano 2008, por alegada falência técnica do hotel. De acordo com os membros da comissão sindical do panorama deste o anúncio do despedimento em massa que não vêem a cor do dinheiro ferente as suas indeminizações ,uma das razões que em parte está a originar a morte dos seus antigos companheiro, bem como o contrair de patologias de varia ordem a tantos outro, que como contam estão a beira da morte. “os colegas estão a morrer, nesta altura ja morreram pessoas 12 e a entidade patronal nem sequer ajuda no funeral dos colegas, a gente sempre que morre alguém avisa aos chefes: olha morreu mais um companheiro, más eles simplesmente abandalham” palavras de Narciso Neto membro da comissão sindical do hotel panorama. O sindicalista diz mais:” outros colegas contraíram doenças graves e já estão prestes a morrer.
Em volto num mar de dificuldades aqueles cidadãos apelam encarecidamente a intervenção do chefe do executivo angolano, visado manter em vida os sobreviventes da hecatombe que está a devorar pessoal do panorama”.
Recentemente aqueles funcionários reuniram-se com o presidente do conselho da admiração da Bug engelharia e serviços, antiga gestora da unidade hoteleira que transferiu responsabilidades a Fundação Sagrada Esperança, Rui Bram, ainda assim mostrou-se disponível em mediar o processo.” A comissão sindical sabe que vieram falar com a pessoa errada, eu fui a primeira pessoa que logo no inicio de 2009 disse que queria uma reunião com os trabalhadores e comissão sindical falou que já tinham reunido com a com os membros do ministério de hotelaria e turismo bem como com a Fundação Sagrada Esperança, eu ainda perguntei se a Fundação iria assumir as responsabilidades e eles disseram que assim, mas se não o fazem até agora, eu ainda estou desposto em vos ajudar neste processo, porque eu também sinto muito a situação em que vocês estão mergulhados.” Disse Rui Bram , o homem forte da Bug Engenharia e Serviços em relação aos problemas dos antigos funcionários do hotel panorama, que se enquadrada no seguinte senário : as indemnizações tardam a chegar e as pessoas vão a morrendo.